|
Você pode conhecer melhor a rota de
produção das Fibras Manufaturadas:
O processo de produção das fibras artificiais
consiste na transformação química de
matérias-primas naturais. A partir das lâminas
de celulose, o raiom acetato e o raiom viscose seguem rotas
distintas. A viscose passa por banho de soda cáustica
e, em seguida, por subprocessos de moagem, sulfurização
e maturação, para finalmente, ser extrudada
e assumir a forma de filamento contínuo ou fibra cortada.
O acetato passa inicialmente por banho de ácido sulfúrico,
diluição em acetona, extrusão e, finalmente,
por operação de evaporação da
acetona.
O processo de produção das fibras sintéticas
se inicia com a transformação da nafta petroquímica,
um derivado petróleo, em benzeno, eteno, p-xileno e
propeno, produtos intermediários da chamada 1°
geração petroquímica e insumos básicos
para a produção destas fibras.
O benzeno é a matéria-prima básica da
poliamida 6 (náilon 6), que, por sua vez, é
obtida pela polimerização da caprolactama (único
monômero), enquanto que a poliamida 6.6 consiste na
polimerização de dois monômeros: hexametilenodiamina
e ácido adípico, que por reação
de policondensação formam o "Sal N",
e em uma segunda fase a poliamida 6.6 (náilon 6.6).
O poliéster cuja matéria-prima básica
é o p-xileno pode ser obtido por intermédio
de duas rotas de produção: a do DMT (Dimetil
Tereftalato + MEG) ou a do PTA (Ácido Terefetálico
Puro + MEG: Monoetilenoglicol).
As fibras acrílicas e olefínicas (polipropileno),
por sua vez, têm como principal insumo básico
petroquímico o propeno. Pelas suas propriedades e presença
de aminoácidos, as fibras acrílicas são
comparadas à lã natural e ocuparam os segmentos
de roupas de inverno e de tapeçaria, devido as suas
semelhanças aos produtos de lã.
O processo de produção das fibras artificiais
e sintéticas está, respectivamente, demonstrado,
de forma esquemática, nos links acima.
|